ANDRÉ ABUJAMRA
' Um dos artistas mais inventivos da cena cultural brasileira '
Abu, como é conhecido, é um multi-artista - cantor, compositor, multi-instrumentista, ator, diretor e um dos artistas mais inventivos da cena cultural brasileira. Ao longo de sua trajetória, construiu uma carreira que transita com fluidez entre música, cinema, teatro e televisão, sempre com uma abordagem criativa, ousada e profundamente autoral.
____________________________________________________________
Assinou trilhas sonoras premiadas de filmes como Carlota Joaquina, Bicho de Sete Cabeças e Carandiru, além de receber reconhecimentos como o Candango e o Kikito, consolidando-se como um dos maiores nomes da música para o audiovisual no Brasil. Fundou as bandas “Os Mulheres Negras”, referência em pop rock experimental, e “Karnak”, um projeto multicultural e irreverente que misturava música, teatro e performance.
Também brilhou como produtor musical, compositor de trilhas para teatro, TV e publicidade, e foi responsável por músicas icônicas como a do programa Castelo Rá-Tim-Bum. Como palestrante, André leva ao público sua visão sobre criatividade, inovação, colaboração, quebra de padrões e reinvenção profissional. Sua trajetória é um exemplo inspirador de como transformar talento em propósito, arte em experiência, e limitação em liberdade. Uma escolha ideal para eventos que buscam provocar reflexões profundas, emocionar plateias e estimular a conexão entre cultura, diversidade e desenvolvimento humano.
Filho de um dos grandes atores do teatro brasileiro Antônio Abujamra, André Abujamra nasceu em 15 de maio de 1965 em São Paulo, e herdou do pai o talento e a necessidade em provocar a ordem vigente, em mais de 40 anos de carreira se firmou como um dos grandes artistas criativos do Brasil.
Em sua carreira solo lançou inúmeros discos e concertos como: “Infinito de Pé” (2004), “Retrasnformafrikando” (2007), “Mafaro” (2010), “Homem Bruxa” (2015), “Omindá” (2018), "Emidoinã - A Alma de Fogo" ( 2020) e "Juliet is the Sun" (2022).
André iniciou a carreira artística nos palcos em 1985 em parceria com Maurício Pereira, na banda Os Mulheres Negras, lançando os álbuns: "Música e Ciência" de 1988, e o "Música Serve Pra Isso", de 1990. Em 1994 estreou a banda Karnak, onde seu disco de estreia, "Karkak" de 1995, foi considerado pela revista americana Rolling Stones entre os melhores lançamentos da década de 1990. Depois vieram os álbuns "Universo Umbigo de 1998 e "Estamos Adorando Tókio", de 2000.
Depois de um grande intervalo sem lançamentos, a banda lança: Nikodemus - A ópera rock do Karnak. Em comemoração de 26 anos da banda, em dezembro de 2018, ele estreia nos palcos a ópera rock Nikodemus, inspirada no clássico do gênero Tommy (da banda The Who), somado a pitadas karnakianas de Zappa e a mixologia sonora contundente de André Abujamra. O roteiro gira em torno de um rei (Nikodemus) que adora inventar coisas que não existem, mas um vilão deseja roubar essas criações. Cada um dos dez músicos interpreta um personagem, como, além do monarca e de seu antagonista, um astronauta, um macaco azul, prisioneiros medievais e um cavaleiro errante.
Como ator já participou de vários filmes, entre eles: Sábado (Ugo Georgetti), Durval Discos e Proibido Fumar (Anna Muylaert). Abujamra possui vasta experiência na produção de trilhas sonoras para filmes, tendo realizado mais de oitenta projetos entre cinema e televisão ao longo de mais de 40 anos de carreira.
Produziu o curso de técnicas e consultoria para iniciantes em "trilha de filmes". O curso: Criação de Música para Cinema ( @PlataformaICL ). Nesse curso, com o próprio Abujamra, você poderá ter acesso aos primeiros passos para iniciar uma carreira no mundo da trilha sonora com um dos maiores compositores do Brasil. Uma oportunidade única de ouvir dicas e conselhos aprendidos e desenvolvidos por ele mesmo.
Em 2022, Abujamra produziu um vídeo em homenagem aos indigenistas - fiscais florestais - assassinados por criminosos florestais.
O indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados em 5 de junho de 2022, durante uma expedição no Vale do Javari, no estado do Amazonas. Bruno Pereira, ex-servidor da Funai e defensor dos povos indígenas, e Dom Phillips, repórter do The Guardian que escrevia um livro sobre a Amazônia, foram mortos a tiros enquanto navegavam no rio Itacoaí. Os corpos foram achados dias depois. O motivo foi eliminar Bruno Pereira e Phillips pela fiscalização e combate à pesca ilegal, caça predatória, garimpo ilegal e o consequente desmatamento e envenenamento dos rios na região.
____________________________________________________________


Nenhum comentário:
Postar um comentário