Bares, cafés e clubes, a partir do século XIX, não eram apenas um ambiente para a happy hour. Eles foram o cenário onde questões políticas, filosóficas, movimentos artísticos revolucionários se espalharam.
O propósito aqui é o mesmo: criar um espaço virtual para expressão livre de ideais, reflexões e sentimentos, com espírito crítico em relação a nossa Cultura.
Cabaret Voltaire
O Cabaret Voltaire é um clube noturno, criado em 5 de Fevereiro de 1916, em Zurique (Suíça), dirigido pelo filósofo, poeta e romancista Hugo Ball, e pela sua companheira, a cantora e poeta Emmy Hennings, e com ele surge também, oficialmente, o Dadaísmo, uma vanguarda modernista. O grupo fundador desse movimento ficou conhecido pelo nome do clube.
Esse espaço dava aos artistas as condições para a liberdade artística, e para a experimentação. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara e Hans Arp.
Cabaret Voltaire também foi o nome da revista criada pelo grupo dadaísta de Zurique, a partir de maio de 1916, em línguas alemã e francesa.

O Cabaret Voltaire é um clube noturno, criado em 5 de Fevereiro de 1916, em Zurique (Suíça), dirigido pelo filósofo, poeta e romancista Hugo Ball, e pela sua companheira, a cantora e poeta Emmy Hennings, e com ele surge também, oficialmente, o Dadaísmo, uma vanguarda modernista. O grupo fundador desse movimento ficou conhecido pelo nome do clube.
Esse espaço dava aos artistas as condições para a liberdade artística, e para a experimentação. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara e Hans Arp.
Cabaret Voltaire também foi o nome da revista criada pelo grupo dadaísta de Zurique, a partir de maio de 1916, em línguas alemã e francesa.
Embora o Cabaret tenha sido o berço do movimento dadaísta, também contou com artistas de todos os setores de vanguarda, incluindo o futurismo de Marinetti.
Marcel Duchamp, na América, continuou o dadaísmo europeu com muito humor e com a proposta de dessacralizar a obra de arte, trouxe objetos do cotidiano para as exposições. Criou um alter ego feminino, Rose Sélavy, e travestia-se em apresentações nas ruas de Nova Iorque.
Marcel Duchamp, na América, continuou o dadaísmo europeu com muito humor e com a proposta de dessacralizar a obra de arte, trouxe objetos do cotidiano para as exposições. Criou um alter ego feminino, Rose Sélavy, e travestia-se em apresentações nas ruas de Nova Iorque.
Alguns personagens que frequentava o clube:
Hugo Ball
Emmy Hennings
Tristan Tzara
Richard Huelsenbeck
Marcel Janco
Jean Arp
Sophie Taeuber-Arp

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