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sábado, 14 de março de 2026

Peter Green Splinter Group

 “Peter Green tem o timbre mais sensível que já ouvi; ele foi o único que me fez suar frio.” B.B. King

O "Peter Green Splinter Group" foi uma banda de blues rock formada em 1996, formada pelo guitarrista e vocalista Peter Green, o guitarrista e vocalista Nigel Watson, o baixista Neil Murray e o baterista Cozy Powell.

Peter Green foi o líder do Fleetwood Mac até 1970. Ele sofreu um colapso nervoso durante a década de 1970 e ressurgiu com a ajuda do guitarrista Nigel Watson e do baterista Cozy Powell entre outros amigos. Em meados de 1996, eles começaram a ensaiar algum repertório e decidiram formar a banda batizando-a de 'Splinter Group'. A banda duraria até 2003, até pararem as atividades por motivos não esclarecidos, mas que envolvem direitos contratuais e a conservação da saúde e bem estar de Peter Green. 

Depois do encerramento do Splinter Group e consequentemente da mídia por alguns anos, tivemos registros de esporádicas apresentações do 'Peter Green & Friends', (banda nova de Green), entre 2009 e 2010 por festivais e pubs de blues e rock pela Europa. 

Peter Green sempre surpreendeu seus fãs fazendo ressurgimentos incríveis ao longo de sua carreira.

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Splinter Group por seus Álbuns.

"Peter Green Splinter Group" é o primeiro álbum da banda britânica de Blues liderada por Peter Green. Lançado em 1997, este foi o primeiro álbum da banda e o álbum de retorno de Green, que estava fora do mundo da música havia cerca de 10 anos antes de uma carreira solo esporádica no final da década de 1970 e início da década de 1980.

Gravado em sua maioria ao vivo durante uma turnê pelo Reino Unido, o álbum consistia em covers de músicas de blues. A formação nesse álbum da banda contava com: 
Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Cozy Powell – bateria, Neil Murray – baixo e Spike Edney – teclados

"Seu jeito de tocar guitarra, embora compreensivelmente carente da extrema sensibilidade de seu trabalho com o Fleetwood Mac, ainda é motivo de admiração, tanto nas versões acústicas das músicas de Robert Johnson quanto nas interpretações elétricas do material de Freddie King, que fornecem as melhores faixas do álbum".

"The Robert Johnson Songbook" lançado em 1998, foi o segundo álbum da banda. 

O álbum é composto por canções do lendário artista de blues Robert Johnson e conta com a participação especial de Paul Rodgers, ex-vocalista das bandas Free e Bad Company, que posteriormente trabalhou com Queen.

Este foi o primeiro álbum do Splinter Group a contar com Roger Cotton e Larry Tolfree, após a saída de Cozy Powell e Spike Edney. O álbum ganhou o prêmio WC Handy de "Melhor Álbum de Retorno" em 1999. 

A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Neil Murray – baixo, Roger Cotton – piano, Larry Tolfree – bateria, Paul Rodgers – vocais (faixa 16), Street Angels '98 – vocais de apoio.

"Soho Live Session At Ronnie Scott" é um álbum ao vivo lançado em 1999, este foi o terceiro álbum da banda. Gravado em 5 de abril de 1998 no Ronnie Scott's Jazz Club, o álbum duplo apresentava novas versões de várias músicas dos álbuns anteriores do grupo, e também algumas músicas de Green do Fleetwood Mac. Na mesma noite, o baterista Cozy Powell que havia saído há pouco tempo do grupo, morreu em um acidente de carro. Este foi o último álbum do grupo a contar com o baixista Neil Murray.

O álbum lista incorretamente o compositor da faixa Homework como Otis Rush, porém Rush foi a primeira pessoa a gravar a música em 1962, os compositores são Dave Clark e Al Perkins.

A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Larry Tolfree – bateria, Neil Murray – baixo e Roger Colton – teclados.

"Destiny Road" foi o álbum lançado em 1999, o quarto álbum da banda. O álbum incluía uma nova versão de "Tribal Dance", que apareceu pela primeira vez no álbum solo de Green de 1979, In ​​the Skies, e também uma nova versão do sucesso do Fleetwood Mac, "Man of the World". Nesse álbum temos a entrada de Pete Stroud no lugar de Neil Murray.

A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Pete Stroud – baixo, Roger Cotton – piano, Larry Tolfree – bateria.

Músicos adicionais: Jennie Evans, Debbie Miller – vocais de apoio
Derek Nash, Joe Green – saxofone tenor, Kate Shortt, Guy Theaker, Malcolm Allison, Naomi Fairhurst – cordas.

"Hot Foot Powder" foi lançado em 2000, este foi o quinto álbum da banda. Assim como o álbum anterior do grupo, The Robert Johnson Songbook, Hot Foot Powder consistia em canções escritas por Robert Johnson e incluía contribuições de vários mestres do blues como: Buddy Guy, Hubert Sumlin, Otis Rush, David "Honeyboy" Edwards, Joe Louis Walker e Dr. John. 

O álbum foi relançado em 2004 pela Snapper Music com faixas bônus. A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Pete Stroud – baixo, Roger Cotton – piano, Larry Tolfree – bateria. 

Participações especiais: Hubert Sumlin – guitarra (faixa 3), Otis Rush – guitarra (faixas 1, 4), Buddy Guy – guitarra (faixa 12), David Honeyboy Edwards – guitarra (faixa 8), Joe Louis Walker – guitarra (faixa 8) e Dr. John – piano (faixas 2, 5).

"Blues Don't Change" chegou em 2001, porém na época ele foi estritamente disponibilizado apenas nos shows ou através do site oficial da banda. Este seria o sétimo álbum dos bluseiros. Em 2006, foi lançado em formato físico.

A faixa de abertura, "I Believe My Time Ain't Long", é uma variação da música "Dust My Broom" de Robert Johnson. Peter Green havia gravado a faixa pela primeira vez com o Fleetwood Mac em 1967 (creditada a Elmore James e Jeremy Spencer ), e ela foi lançada como o primeiro single da banda pioneira do blues britânico.

A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Pete Stroud – baixo, Roger Cotton – piano, Larry Tolfree – bateria.

"Time Traders", lançado em 2001, este foi o sexto álbum da banda. O álbum marcou uma mudança em relação às gravações anteriores do grupo com músicas de Robert Johnson, e as faixas deste álbum eram todas composições originais dos membros da banda, incluindo duas de Peter Green que haviam sido gravadas três décadas antes. "Underway" era uma faixa instrumental do álbum Then Play On, do Fleetwood Mac, de 1969, e "Uganda Woman" era o lado B de um single que Green e seu colega do Splinter Group, Nigel Watson, tinham lançado no ano de 1972. "Underway" conta com Snowy White na guitarra; White já havia participado do álbum In the Skies, de Peter Green, em 1979.

A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Pete Stroud – baixo, Roger Cotton – piano, Larry Tolfree – bateria. 

Músicos adicionais: 
Snowy White – guitarra (faixa 12), Tim Riggins – trombone e arranjos para metais, Martin Harmon – saxofone, Derek Nash – saxofone, Sid Gauld – trompete e flugelhorn e Joanne Ramsey, Louise Kenny, Owen Parker – vocais de apoio (faixa 13).

"Reaching the Cold 100" é o último álbum gravado pela banda. Este álbum é o único da banda a entrar nas paradas musicais, alcançando a 11ª posição na parada de álbuns de blues da Billboard em março de 2003.

O álbum foi gravado no Roundel Studios, em Kent, Inglaterra, de propriedade do tecladista Roger Cotton, que também tocou no álbum e compôs algumas das faixas.

A formação nesse álbum da banda contava com: Peter Green – guitarras e vocais, Nigel Watson – guitarras e vocais, Pete Stroud – baixo, Roger Cotton – piano, Larry Tolfree – bateria.