Olho de Vidro - 2021
Jadsa Castro, conhecida apenas como Jadsa, é uma cantora, compositora, produtora musical e guitarrista brasileira.
Em 2015 lançou seu primeiro trabalho de estúdio, "Godê", seguido por outro EP, "TAXIDERMIA vol.1", em 2020.
Olho de Vidro (2021). “A primeira vez que eu escutei essa faixa eu falei […] ‘eu tenho uma voz minha, mas eu tenho uma voz da minha consciência também’. Eu acho que Itamar brincava muito com essa coisa dele e com o que está sendo dito e o que não é dito”, analisa.
A artista explica que conheceu o trabalho de Itamar Assumpção em 2015, quando ainda vivia em Salvador e tocava na Banda Monstra. “Minha mãe que me indicou. Falou: ‘Estou entendendo que você está com um movimento ‘meio assim’, acho que você vai gostar de ouvir Itamar Assumpção. Já escutou?’ Eu falei ‘não, minha mãe’. Ela: ‘Pesquisa’. Aí eu pesquisei Itamar, entrei nessa viagem”, lembra.
Radicada em São Paulo desde 2018, Jadsa diz que o contato com o universo de Itamar foi porta de entrada para outras referências da vanguarda paulistana. “Eu acho que é isso mesmo da identificação, da homenagem que eu precisava fazer para Itamar por ter me mostrado esse caminho e por ter me dado força pra correr atrás do meu disco e por ter me dado uma assinatura ali, do tipo ‘tem isso aqui, tem esse modo de fazer’. Me ensinou, me professou assim”, reflete.
Para ela, o impacto do artista vai além das questões técnicas. “Falar de Itamar é muito do meu sentimento, eu não tenho o que ficar falando dele tecnicamente e coisas assim. É surreal, mas eu acho que ele mexeu comigo no meu sentimento, na minha composição e na minha cabeça. Ele virou uma chave na minha cabeça que é isso: começar a enxergar de outro jeito, começar a fazer de outra forma e estar incomodado para fazer”.
Olho de Vidro (2021). “A primeira vez que eu escutei essa faixa eu falei […] ‘eu tenho uma voz minha, mas eu tenho uma voz da minha consciência também’. Eu acho que Itamar brincava muito com essa coisa dele e com o que está sendo dito e o que não é dito”, analisa.
A artista explica que conheceu o trabalho de Itamar Assumpção em 2015, quando ainda vivia em Salvador e tocava na Banda Monstra. “Minha mãe que me indicou. Falou: ‘Estou entendendo que você está com um movimento ‘meio assim’, acho que você vai gostar de ouvir Itamar Assumpção. Já escutou?’ Eu falei ‘não, minha mãe’. Ela: ‘Pesquisa’. Aí eu pesquisei Itamar, entrei nessa viagem”, lembra.
Radicada em São Paulo desde 2018, Jadsa diz que o contato com o universo de Itamar foi porta de entrada para outras referências da vanguarda paulistana. “Eu acho que é isso mesmo da identificação, da homenagem que eu precisava fazer para Itamar por ter me mostrado esse caminho e por ter me dado força pra correr atrás do meu disco e por ter me dado uma assinatura ali, do tipo ‘tem isso aqui, tem esse modo de fazer’. Me ensinou, me professou assim”, reflete.
Para ela, o impacto do artista vai além das questões técnicas. “Falar de Itamar é muito do meu sentimento, eu não tenho o que ficar falando dele tecnicamente e coisas assim. É surreal, mas eu acho que ele mexeu comigo no meu sentimento, na minha composição e na minha cabeça. Ele virou uma chave na minha cabeça que é isso: começar a enxergar de outro jeito, começar a fazer de outra forma e estar incomodado para fazer”.

