Reflexões sobre História, Arte e Cultura.
Mostrando postagens com marcador glenn hughes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador glenn hughes. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Trapeze

Mel Galley, Terry Rowley, Glenn Hughes e Dave Holland.

 

TRAPEZE - UMA BREVE HISTÓRIA (1969-1994)


Um trio de músicos de elite altamente respeitado que, embora muito estimado por seus contemporâneos, nunca colheu os frutos de seu inegável talento. Em vez disso, o Trapeze encontrou uma base de fãs leais nos estados do sul dos Estados Unidos e, após sua separação, influenciou as carreiras de sucesso de bandas como Deep Purple, Judas Priest e Whitesnake.

O Trapeze foi formado em torno do núcleo composto pelo ex- baterista do Pinkertons Assorted Colours, Dave Holland, o ex -guitarrista do Red Caps, Mel Galley, e o ex- baixista/vocalista do The Hooker-Lees/The Intruders/The In Pack/The News, Glenn Hughes.

O trio originalmente se uniu para formar o Finders Keepers com o guitarrista Alan Clees e o vocalista Ian "Sludge" Lees. Este último, posteriormente, fez sucesso fora do rock'n'roll, como comediante. Nota lateral - The Montanas: Um dos grupos locais mais populares de Wolverhampton na década de 1960, The Montanas, formou-se em 1964 com Johnny Jones nos vocais, Bill Hayward na guitarra solo, Terry Rowley no baixo e Graham Crewe na bateria.

O grupo era conhecido por seus esquetes de comédia, bem como por suas excelentes interpretações de harmonias americanas contemporâneas. Eles gravaram pelos selos Piccadilly e Pye Records, e seus maiores sucessos, ambos lançados em 1967, foram "Ciao Baby" e "Anyone There", sendo que este último chegou à metade inferior da parada Hot 100 estadunidense. Em 1967, Jake Elcock, vindo do Findres Keepers, juntou-se ao grupo, e Graham Hollis tornou-se o baterista.

Em 1969, o grupo passou por uma mudança fundamental de formação quando Johnny Jones e Terry Rowley se juntaram à formação original de cinco integrantes. O terceiro dos quatro lançamentos de 1967 da Pye Records UK rendeu seu maior sucesso, "You've Got To Be Loved", com "Difference Of Opinion" no lado B do single. 

Glenn Hughes, Dave Holland e Mel Galley se separaram para formar o Trapeze com o tecladista Terry Rowley e o ex- vocalista do The Montanas, Johnny Jones. Com essa formação, a banda se apresentou no programa de TV "Colour Me Pop", despertando o interesse da Threshold Records, nova gravadora fundada pelo baixista do The Moody Blues, John Lodge.

Terry Rowley assumiu a produção para gravar o álbum de estreia do Trapeze em 1969, que só foi lançado no ano seguinte, em março de 1970. Foi um sucesso notável com a BBC Radio One tocando o álbum na íntegra do começo ao fim!

Apesar do sucesso imediato, nem tudo ia bem entre os integrantes, e Johnny Jones e Terry Rowley saíram da banda. Coincidentemente quando o Trapeze se reduziu a um "power trio", a coisa se acertou, e ficaram mais conhecidos, Jones seguiu os passos de Ian Lees e iniciou uma carreira na comédia.

O segundo álbum do Trapeze, Medusa, lançado em 1970, foi outro sucesso, e o single "Black Cloud" garantiu a banda uma importante exposição nas rádios estadunidenses. O Trapeze, então, especializou-se em um funk rock pesado e alcançou um sucesso notável no Texas, tanto que a banda se mudou para os estados unidos. Isso levou o Trapeze a fazer seis turnês pelo país em três anos. Obviamente, isso levou a banda se apresentar com pouca frequência em seu país de origem.

Quando a banda ocasionalmente fazia shows em clubes na região central da Inglaterra, era sabido que o baterista do Led Zeppelin, John Bonham, frequentemente improvisava com eles no palco.

Durante uma de suas raras apresentações em seu país natal, eles receberam uma proposta para participar de uma transmissão da Rádio BBC. Um dos destaques da apresentação foi uma interpretação impressionante de "What Is A Woman's Role". Também presente na formação dessa apresentação estava ninguém menos que John Lodgen, tocando congas.

Os planos da banda era de que Glenn Hughes abandonasse o baixo para se tornar o guitarrista rítmico, porém isso nunca se concretizou, pois logo após essa apresentação ele aceitou uma convite para se juntar ao Deep Purple, que estava renovando a banda. 

O Trapeze só ganhou notoriedade na inglaterra quando Glenn Hughes deixou a banda para se juntar ao Dee Purple em meados de 1973, pois todos queriam saber quem era o novo integrante do Purple, e após o lançamento do álbum "You Are The Music, We're Just The Band", em 1972, a banda perde seu baixista e vocalista principal.

Após um período criativo, ainda que turbulento no Deep Purple, Glenn Hughes também participaria posteriormente com destaque em projetos como: Hughes/Thrall, com o guitarrista Pat Thrall, em 1984 no Black Sabbath de Tommy Iommy, e com Gary Moore também nos anos oitenta. 

O Trapeze seguiu em frente, adicionando o guitarrista Rob Kendrick e o baixista Pete Wright. A popularidade da banda foi mantida em alta com o lançamento da coletânea "The Final Swing". Em 1974, lançaram o álbum The Trapeze 1975, que incluía duas faixas inéditas, "Good Love" e "Dat's It". Foi o primeiro álbum da banda a entrar nas paradas nacionais estadunidenses, alcançando boa projeção. E a nova formação assinou com a Warner Bros. Records para lançar também em 1974, Hot Wire, outro álbum de sucesso que chegou bem nas paradas radiofônicas. Isso manteve o Trapeze como uma banda cult.

Houve um breve reencontro da formação original "power trio" em 1976. Glenn Hughes, que havia acabado de deixar o Deep Purple, reformou o Trapeze – a ideia era realizar um reencontro completo com um álbum de músicas inéditas, seguido de uma turnê mundial. No fim, algumas datas na América do Norte foram concluídas com sucesso sob o nome de " The Appreciation Tour". Mas a reformulação não deu certo e o esperado álbum virou o primeiro álbum solo de Glenn Hughes intitulado, Play Me Out, do qual duas músicas foram incluídas no repertório da turnê: LA Cut-Off e Space High.

Após o fracasso do retorno da banda com Glenn Hughes, Mel Galley convida o vocalista Pete Goalby e o baixista Peter Mackie, ambos ex-integrantes da banda Fable, de Wolverhampton, para reformular a banda em 1978. O Trapeze faz a estréia dos seus novos integrantes em um show de abertura para o Humble Pie, antes de excursionarem como banda de apoio para a turnê do Nazareth. Essa formação lança o excelente álbum, Hold On, em 1979.

Porém, nesse mesmo ano, Dave Holland deixa a banda para se juntar ao Judas Priest, onde permaneceu até 1990 participando da fase importante na construção do chamado "heavy metal" com o álbum "British Steel" e álbuns de platina da banda como "Screaming For Vengeance", "Defenders of the Faith" e "Turbo". 
O Trapeze lança um álbum ao vivo, em 1981, contando com o baterista Steve Bray. Após o lançamento, Pete Goalby sai da banda juntando-se brevemente ao Rainbow, antes de encontrar uma base mais sólida com o Uriah Heep.

Houve uma tentativa de reunião do Trapeze com Mel Galley, Steve Bray, o ex-vocalista do Big Daisy, Mervyn 'Spam' Spence e o ex -tecladista do Magnum, Richard Bailey. Essa formação fez uma turnê pela Grã-Bretanha como banda de apoio ao Edgar Winter. Bray foi substituído por outro ex- membro do Magnum, Kex Gorin, e a banda começou a gravar um álbum. No entanto, infelizmente não deu certo pois Mel Galley estava trabalhando com a banda Phenomena nessa época. 

Richard Bailey participou do projeto do álbum conceitual e acabou sendo atraído para o Whitesnake. Mas depois se juntou definitivamente ao Alaska. Muitas das músicas gravadas nas sessões do Trapeze dessa época apareceriam nos próximos lançamentos das bandas Whitesnake e do Phenomena.

O Trapeze eventualmente se reformou como o trio clássico e fez uma turnê em 1992 com a adição do tecladista do Asia e do Yes, Geoff Downes. Alguns anos depois, foi lançado um álbum ao vivo de um de seus shows em Londres, intitulado Welcome To The Real World - Trapeze - Live At The Borderline.

A formação original se reuniu mais uma vez em fevereiro de 1994, quando fizeram um show em Nova York em homenagem ao ex-vocalista do Badlands e do Black Sabbath, Ray Gillen. Os rumores de uma reunião mais permanente de Hughes/Galley/Holland em 1993 finalmente se concretizaram em meados de 1994 com uma série de shows nos Estados Unidos e na Europa, que também incluíram o veterano guitarrista de blues, Craig Erickson, acompanhando Mel Galley tanto na guitarra solo quanto na rítmica.

No ano de 2023, foram lançados dois álbuns que resgatam a essência do Trapeze e trazem de volta a nostalgia do auge da banda. O conjunto de discos chamado "Lost Tapes Vol. 1 e 2", são gravações que ficaram perdidas no fundo do baú da banda e que ganharam vida com o trabalho de regate do irmão de Mel Galley, Tom Galley, do filho Marcus Galley e do empresário Tony Perry. Obviamente, as gravações são muito antigas e isso é perceptível. Mas se você conseguir ignorar isso, encontrará músicas muito boas. Dois discos que contém inclusive a última música que Mel Galley gravou. Embora na época ele já estivesse doente e soubesse que seu tempo era limitado, ele gravou "Live Fast Die Laughing" com ele próprio nos vocais. 

Uma canção de rock com um título típico de Mel Galley e da história do Trapeze: 
"seguir em frente".



sábado, 18 de outubro de 2025

BiOgRaFiA: GLENN HUGHES

Glenn Hughes
A voz mais potente do
 Rock!

"Glenn Hughes é um verdadeiro membro de banda, sempre original ao seu estilo rockeiro"

"Nenhum outro músico de rock esculpiu um estilo tão distinto, combinando os melhores elementos do hard rock, soul, blues e funk. Sua voz potente e rasgada é seu ponto mais forte. Ele é conhecido como o cantor dos cantores. Stevie Wonder disse certa vez: "Glenn Hughes é meu cantor branco favorito".
____________________________

Álbum Trapeze, 1970.
Hughes, natural de Cannock, Inglaterra, absorveu todos os tipos de influências, de Beatles ao hard rock britânico, e, principalmente, a música negra do soul e o R&B dos estados unidos. O som elegante que vinham das gravadoras como Motown e Stax deixaram uma marca nele para sempre.

A primeira grande banda da qual Hughes foi membro  alcançando certo sucesso foi o Trapeze. Junto ao guitarrista Mel Galley e o baterista Dave Holland, ele gravou os três primeiros álbuns da banda no início dos anos setenta: Trapeze (1970), Medusa (1970) e You Are The Music... We're Just The Band (1972). A sonoridade do Trapeze é repleta de grooves, fankeada e muito rock. Tudo na medida certa.

Tendo chamado a atenção na inglaterra em 1973, Glenn Hughes foi convidado para se juntar ao Deep Purple, que procurava ocupar o lugar deixado pelo baixista Roger Glover, pois a banda  estava tentando superar a saída de seu baixista e também do vocalista Ian Gillan. O  guitarrista Ritchie Blackmore, o tecladista Jon Lord e o baterista Ian Paice convidaram Glenn Hughes junto com um 
jovem vocalista promissor chamado: David Coverdale, essa formação ficaria famosa por MK III.

Jam em estúdio com Glenn Hughes ao centro, 1975.

Com o lançamento do álbum Burn (1974), o Deep Purple voltou a impressionar  e rejuvenesceu a banda com destaque para a música "Burn" que se tornou um clássico eterno do hard rock. A banda com essa formação foi a atração principal do famoso festival California Jam em 1974, diante de um público de 250 mil pessoas.

A banda gravou mais dois álbuns de estúdio, Stormbringer (1975) e Come Taste the Band (1976), e, em seu próprio jatinho chamado "The Starship", o Purple realizou  inúmeros shows nas turnês subsequentes. Após a morte pré-matura por overdose do guitarrista Tommy Bolin, que havia substituído Ritchie Blackmore no álbum Come Taste The Band, o Deep Purple fez uma parada na banda, pois estavam sem clima e desgatados para continuar.

Primeiro álbum solo, 1977.
Mudando-se para Los Angeles, Hughes gravou seu primeiro álbum solo, Play Me Out, de 1977. O álbum marcou uma mudança definitiva de estilo em relação aos álbuns anteriores de hard rock que gravou com o Deep Purple, movendo-se para uma direção mais inspirada em suas influências de funk e soul.

Após esse álbum, ele se juntou ao ex-guitarrista do Pat Travers, Pat Thrall, para formar a Hughes/Thrall, que lançou um aclamado álbum auto-intitulado em 1982.

Ao longo dos anos 80 e 90, Hughes fez inúmeras participações especiais (creditadas ou não) como vocalista, baixista e compositor em álbuns de outros artistas. Nessa época veio seu reconhecimento comercial quando foi apelidado de "A Voz do Rock", apresentando-o orgulhosamente em seu single de maior sucesso internacional, America - What Time is Love? 

À partir da década de 1990, Glenn Hughes se consolidou forte em sua carreira solo, compondo e realizando extensas turnês de apoio a vários álbuns de sucesso como: Blues (1992), From Now On... (1994), Burning Japan Live (1994), Feel (1995), Addiction (1996), The Way It Is (1999), Return Of Crystal Karma (2000), Building The Machine (2001), Songs In The Key Of Rock (2003) e Soul Mover (2005).

Glenn Hughes e Tony Iommy.
Outro momento de destaque na carreira de Hughes ocorreu no ano de 1986, quando ele trabalhou com Tony Iommi no álbum do Black Sabbath. O que era para ser o primeiro álbum solo do lendário guitarrista, acabou saindo como um disco do Sabbath. "Seventh Star", de 1986, tornou Glenn Hughes como um ex-membro na história do Black Sabbath.

Hughes e Iommi permaneceram parceiros e, em 1996, começaram a compor músicas e gravar juntos  novamente. Essas gravações foram amplamente pirateadas, mas foram finalmente finalizadas e lançadas em 2004 como: The 1996 DEP Sessions. E em 2005 viu o lançamento do álbum Fused, que foram recebidos com bastante sucesso comercial e de crítica para Tony Iommi e Glenn Hughes.

O álbum 'Soul Mover', de 2005, marcou a continuação da bem sucedida carreira solo e a parceria criativa com o baterista Chad Smith da banda Red Hot Chili Peppers, que tinha iniciado no disco ao vivo Soulfully Live in the City of Angels, de 2004. Soul Mover foi eleito o 12º melhor álbum do ano pela influente revista Classic Rock.

O álbum seguinte de Glenn, Music For The Divine de 2006, foi uma rica mistura de soul, funk e rock, que sempre influenciaram sua música. Novamente, com Chad Smith na bateria e o guitarrista também do Chili Peppers, John Frusciante, que realizou uma incrível interpretação do clássico "Nights In White Satin", muito bem recebido comercialmente pela crítica, o álbum novamente figurou entre os 20 melhores álbuns do ano pela revista Classic Rock.

Glenn Hughes e o baixo Rickenbacker.
Após a bem sucedida turnê europeia de Music For The Divine em 2006, em 2007 Hughes fez turnês de sucesso pela Rússia, América do Sul, Itália, Noruega, Bulgária, Grécia e Espanha, além de shows solo em Londres, no prestigiado Shepherds Bush Empire.

Ainda em 2007, Glenn foi atração  principal em festivais na França e na Noruega. Participou também do Rock and Roll Fantasy Camp em Nova York, que foi um grande sucesso, e também apareceu como apresentador convidado no Classic Rock Awards em 2006 e 2007. 

Outro destaque de um ano diversificado e colorido foram os 2 shows solo esgotados no famoso Whisky em Los Angeles e BB King's em Nova York.

A aparição de Glenn em Londres no show beneficente Childline foi destaque em março de 2008, onde ele tocou um pequeno conjunto de clássicos com o baterista do Deep Purple, Ian Paice. Isso foi particularmente comovente, pois foi a primeira vez que a dupla tocou junto desde os dias de glória de Deep Purple dos anos setenta. Em junho de 2008, Glenn tocou em Liverpool, Inglaterra, pela primeira vez em mais de 30 anos; um retorno triunfante e emocionante à cidade onde o Deep Purple "Mark IV" fez seu último show antes de se separarem em 1976. Outros destaques de 2008 incluem a apresentação ao vivo de Glenn no programa de rádio dos EUA Rockline e sua primeira aparição na Nova Zelândia desde 1975 com o Deep Purple, quando Glenn trouxe a casa abaixo no G-Taranaki Festival em julho.

BCC álbum de estréia, 2011.
O lançamento solo de First Underground Nuclear Kitchen em 2008 é possivelmente a declaração musical mais convincente e positiva em uma carreira distinta já repleta de destaques e marcos. Chad Smith novamente tocou bateria com toda a sua energia, e Glenn raramente - ou nunca - soou mais inspirado, escreveu com tanta graça ou cantou com tanta paixão.

Em 2010, surgiu 
outro projeto na carreira de Glenn Hughes, o "supergrupo" chamado Black Country Communion (BCC). Junto ao guitarrista de  blues-rock Joe Bonamassa, o tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater) e o  baterista Jason Bonham, filho do lendário baterista do Led Zeppelin, John Bonham, a banda gravou o primeiro álbum em 20 de setembro de 2010. O álbum alcançou a 13ª posição na parada oficial de álbuns do Reino Unido e a 1ª posição na parada oficial de álbuns de rock do Reino Unido. 

Produzido e mixado por Kevin Shirley, esse trabalho elevou o padrão do rock. Diante do sucesso do primeiro álbum, em 2011 lançaram o segundo álbum chamado: Black Country Communion 2, e, em seguida o show "Live Over Europe", gravado ao vivo durante a etapa europeia de sua turnê de estreia, que alcançou o Top 5 mundialmente com lançamentos em DVD.

Power Trio furioso!
Em 2011 foi lançada sua Autobigrafia chamada: 
Do Deep Purple ao Black Country Communion.

Após uma parada no projeto BCC para que seus integrantes pudessem dar continuidade em suas carreiras solos, em 2013 Hughes forma uma novo projeto chamado: California Breed, um power trio que contava novamente com o baterista Jason Bonham, e o novato guitarrista e produtor Andrew Watt.  

Em maio de 2014 a banda lança seu primeiro álbum e segue em uma turnê. Novamento após a divulgação do álbum os integrantes fazem uma digressão para cumprir seus compromissos com suas carreiras solos.

No final de 2015 o Hall da Fama do Rock  and Roll anunciou o Deep Purple, incluindo a formação MK III, que finalmente seria incluído na lista após diversas indicações ao longo dos anos e Glenn Hughes participou do evento junto de toda banda.

O guitarrista Joe Satriani.
Em 2007, o virtuoso guitarrista Joe Satriani convida Glenn Hughes para gravar no álbum instrumental chamado:  What Happens Next, Hughes toca baixo. 

Glenn Hughes também participou do novo projeto do guitarrista Steve Vai chamado SATCHVAI e do cantor ROBBIE WILLIAMS.

No final do verão de 2019, foi anunciado  que Glenn se juntaria à banda The Dead Daisies, fazendo os vocais principais e baixo, juntando-se aos guitarristas Doug Aldrich e David Lowy com o baterista Deen Castronovo. Esse projeto já tinha contado com músicos do calibre de John Corabi, Marco Mendoza, Richard Fortus, Dizzy Reed, Frank Ferrer, Darryl Jones, Tommy Clufetos, Charley Drayton e Jon Stevens, entre outros.

O puro Hard Rock!
Em 2020 é lançado o álbum de estreia com Hughes no The Dead Daisies, "Holy Ground", que foi produzido por Ben Grosse no La Fabrique Studio no sul da França. Em 2022 foi lançado outro álbum da banda intitulado: Radiance, seguindo de shows e turnê por toda a Europa, EUA e Reino Unido.

Após um hiato de nove anos sem lançar um álbum solo, Hughes retorna com o álbum: Chosen, de 2025. Esse álbum apresenta Glenn em seu estilo mais hard rock, um disco explosivo que traz o baixista num momento incrível, um trabalho conectado de última geração, tanto do ponto de vista da composição quanto da produção. Um retorno verdadeiramente cativante!

Comentando sobre o novo álbum, Glenn Hughes declarou:
Compor músicas é algo profundamente pessoal para mim, e geralmente escrevo e gravo quando tenho algo a dizer. Já faz nove anos desde que gravei meu último álbum solo, "Resonate".

Embora tenha havido gravações e colaborações com outros artistas, desde 2016, ao compor Chosen, voltei à prancheta da minha vida, escrevendo sobre a condição humana, amor, esperança, fé e aceitação. Escrevo sobre como me sinto por dentro e não externamente. Minha vida é vivida de dentro, no momento presente. É um álbum de alimento para a alma, e nunca me senti tão grato, aqui mesmo, no planeta Terra. A música cura!

Álbum solo de Glenn Hughes, 2025.
A turnê que suportou o disco foi batizada de "The Chosen Years", e teve início em 2025 começando pela Europa.

Além das novas músicas do álbum, a turnê nos presentou com vários clássicos passando por toda carreira do músico. 

Essa turnê foi anunciada mundialmente apenas algumas semanas antes de dar início.

A Voz do Rock nunca descansa !!

____________________________


domingo, 22 de junho de 2025

Shows: Black Country Communion

Black Country Communion 
- Live at Hellfest Open Air Festival -
2025

Black Country Communion no Hellfest Festival: 

Quatro músicos legendários nos levam ao melhor som do Hard Rock/Blues Rock. O supergrupo Black Country Communion é formado pelo baixista e vocalista Glenn Hughes (Trapeze, Deep Purple, Black Sabbath), o guitarrista Joe Bonamassa (Bloodline), o baterista filho de John Bonham, Jason Bonham (Foreigner, Damnocracy, Led Zeppelin) e o tecladista Derek Sherinian (Dream Theater, Sons of Apollo). 

Com quatro álbuns gravados entre 2010 e 2017, o Black Country Communion encontrou seu estilo e equilíbrio num blues ácido, riffs poderosos de hard rock e muito virtuosismo instrumental que cria uma simbiose perfeita entre os músicos. A colaboração desses músicos nos trazem um Hard Rock/Blues Rock da melhor qualidade, fazendo um caldeirão de ideias e influências distitas entre seus membros que já fazem muito sucesso nos palcos do mundo todo com suas próprias bandas. 

Lançaram em 2024 e estão apoiados na turnê pelo seu mais recente álbum "BCCV". 

Esse show foi na participação da banda no "Hellfest Open Air Festival", em 21 de junho de 2025.