O lendário Electric Lady Studios
Electric Lady Studios: A Jimi Hendrix Vision: é um documentário de longa-metragem que narra a criação do Electric Lady Studios, desde a ruína de uma boate falida em Greenwich Village até se tornar o estúdio de gravação de última geração inspirado pela visão de Jimi Hendrix e o primeiro estúdio de gravação comercial de propriedade de um artista.
O Electric Lady Studios tornou-se o lar criativo de artistas como Stevie Wonder, The Rolling Stones, John Lennon, David Bowie, Beyoncé e algumas das músicas mais celebradas de todos os tempos.
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História
O Electric Lady Studios fica localizado em Nova Yorke, sendo o mais antigo estúdio que ainda funciona na cidade. Localizado no Greenwich Village, ele também está próximo do parque Washington Square Park, onde há uma estátua de Garibaldi e um lindo e gigantesco arco (portão) de entrada. Sempre foi uma referência para artistas e engenheiros de gravação ao longo de sua história.
A história do estúdio é muito interessante. O local era, na verdade, um nightclub entre 1930 e 1967. Em 1968, Jimi Hendrix e seu manager Michael Jeffery resolveram comprar o então desativado local, que também foi usado pelo guitarrista para algumas jams, pagando um pouco mais de 1 milhão de dólares. Além dele, lendas como B.B. King, Chuck Berry e outros também já tinham se apresentado na boate que tinha o nome de 'The Generation'.
Como Hendrix estava gastando muito com estúdios, ele foi aconselhado por Eddie Kramer e Jim Marron a mudar a ideia original de continuar a operar o negócio como casa de entretenimento e transformar o local em um estúdio profissional. Nasceria então o 'Electric Lady Studios'. Este seria, portanto, o primeiro estúdio de gravação cujo dono era um músico / banda – nem os Beatles ainda tinham. Hendrix insistiu que o estúdio não fosse “comum” e pediu ambientes curvados, coloridos e psicodélicos e, da parte de equipamentos, contando com os inovadores consoles de gravação com 24 canais (24 tracks da Datamix).
A inauguração se deu em 26 de agosto de 1970, com convidados como Eric Clapton, Ron Wood, Patti Smith e Steve Winwood. No dia seguinte, Hendrix gravaria seu último trabalho em estúdio, Slow Blues, quando saiu para turnê em Londres. Infelizmente, cerca de 3 semanas depois, tivemos o falecimento do guitarrista.
Como Hendrix estava gastando muito com estúdios, ele foi aconselhado por Eddie Kramer e Jim Marron a mudar a ideia original de continuar a operar o negócio como casa de entretenimento e transformar o local em um estúdio profissional. Nasceria então o 'Electric Lady Studios'. Este seria, portanto, o primeiro estúdio de gravação cujo dono era um músico / banda – nem os Beatles ainda tinham. Hendrix insistiu que o estúdio não fosse “comum” e pediu ambientes curvados, coloridos e psicodélicos e, da parte de equipamentos, contando com os inovadores consoles de gravação com 24 canais (24 tracks da Datamix).
A inauguração se deu em 26 de agosto de 1970, com convidados como Eric Clapton, Ron Wood, Patti Smith e Steve Winwood. No dia seguinte, Hendrix gravaria seu último trabalho em estúdio, Slow Blues, quando saiu para turnê em Londres. Infelizmente, cerca de 3 semanas depois, tivemos o falecimento do guitarrista.
De forma póstuma, o álbum 'Cry Of Love' trouxe muito material gravado e mixado no estúdio antes de sua abertura, com a citada Slow Blues e Belly Button Window, a último dele com vocais. Além disso, há outros materiais póstumos em 'Loose Ends', de 1974 – a faixa Have You Ever Been (To Electric Ladyland) é algo direto e a gravação da primeira e quinta faixa do álbum.
Do lado de dentro, o 'Studio A' continua igual como quando da inauguração e o 'Studio B' ganhou o apelido de Purple Haze. Além deles, há ainda o Studio C, Studio API e a Suite Mix.
Do lado de dentro, o 'Studio A' continua igual como quando da inauguração e o 'Studio B' ganhou o apelido de Purple Haze. Além deles, há ainda o Studio C, Studio API e a Suite Mix.
O documentário 'Electric Lady Studios: A Jimi Hendrix Vision', conta com entrevistas exclusivas, imagens e fotos de arquivo inéditas de Jimi Hendrix, além de análises detalhadas de clássicos de Hendrix como "Freedom", "Angel" e "Dolly Dagger" por Eddie Kramer.
Entre muitos nomes que já usaram os espaços e serviços do estúdio, estão: U2, Madonna, John Lennon e Yoko Ono, Bob Dylan, B52s, Aretha Franklin, Elvis Presley, The Black Crowes, The Pretenders, Foo Fighters, Stevie Ray Vaughn, Radiohead, Van Halen e Paul McCartney.
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